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11 de fev. de 2012

Amor Verdadeiro - One Short

Oiii gente, sei que hoje não é dia de postagem, mas não consegui me controlar e vim postar a minha PRIMEIRA one short, então gente, se tiver ruim não me julguem ok? Fiz o melhor que pude...

Ah e só para deixar claro, eu me inspirei para fazer essa one na fic Vivendo As Diferenças de july_teamcullen ok? Então fiquei claro que não é plágio e eu só vou postar aqui por enquanto, se a July ver que não é parecida com a dela, eu posto ela em outro lugar, ok? Mas eu vou parar de falar deixar vocês lerem...



Espero que gostem...


Sinopse

Muitos acham que ser deficiente visual, físico ou mental é um grande defeito... Bom, as pessoas preconceituosas e ignorantes que acham isso, já eu vejo isso como a coisa que uniu eu e Edward. Alguns diriam que os problemas que eu e Edward tivemos foi por causa de sua deficiência, eu digo que não, todo casal de tem problemas, porque eu e Edward seriamos diferentes?
Nosso amor superou tudo, principalmente o preconceito e o fato de Edward ter se mantido forte mesmo depois de tudo isso, é que me faz amá-lo cada vez mais... É o que faz eu sentir o tão famoso amor verdadeiro.

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Capitulo Único


Professor filho de uma... Como ousa me dá zero? Justo eu que sou uma das únicas que aprestam atenção em suas aulas insuportavelmente chatas. Grunhi dando socos no ar, pouco me importando com as pessoas que me observavam passar, foi quando de repente meu corpo se chocou com o de outra pessoa, fazendo com que todos os meus livros caíssem no chão.



- Merda! – exclamei me abaixando e a pessoa em que bati nem para me ajudar – Você não olha para onde anda não cara? – reclamei para o homem na minha frente.


- Ér... Desculpa, eu não a vi – falou com uma voz rouca e grossa que me fez tremer. Ignorei totalmente esse fato.

- Ah claro você não viu, quem olharia para uma garota resmungando no meio da rua? – falei sarcástica – E você nem para me ajudar arrumar as coisas né?

- Desculpe, mas eu não sei onde estão suas coisas – falou parecendo constrangido.

- Cara você é cego por acaso? – falei levantando do chão com os meus livros.

- Na verdade sim – falou sorrindo divertido. Fiquei estática quando ouvi isso. Ai meu paizinho amado, diga que eu não fiz isso? Pensei temerosa e olhei melhor para o homem a minha frente. Ele era alto, bem uns 10 centímetros maior do que eu, usava uma calça jeans e uma camisa social azul e usava um óculos preto no rosto. Corei absurdamente ao ver a bengala em sua mão.

- Ah droga! – exclamei vendo o mico que eu tinha acabado de cometer – Me desculpe, eu não sabia...

- Tudo bem! – falou rindo.

- Não, me perdoa de verdade, eu tava tão pilhada na minha que nem percebi você e eu ainda falei que você era cego, ai que horror – falei pasma com a minha capacidade de ser idiota.

- Mas eu sou cego.

- Mas isso não quer dizer que eu tenha que falar essas coisas, ai cacetada me desculpa – falei desesperada para ele me perdoa – Você deve esta achando que eu sou uma mal educada preconceituosa né? Mas eu juro que não sou. Foi sem querer e...

- Ok relaxa – ele me interrompeu e só ai fui perceber o quanto eu estava falando – Eu te perdôo e foi minha culpa também... Não reparei que alguém vinha em minha direção.

- Juro que me perdoa? – perguntei mais aliviada, ele só fez balançar a cabeça em afirmação – Ai que bom... – falei e como se eu não tivesse controle sobre o meu corpo, o abracei. Meu corpo tremeu quando sentiu o seu. Ele tinha um peito largo e um cheiro extremamente delicioso. Me senti tonta só de sentir o seu cheiro. Isabella o que você está fazendo? Minha consciência me alertou e eu me afastei assustada com a minha ação. Desde quando eu abraço estranhos? – Me desculpa – falei constrangida e corando vergonhosamente.

- Tudo bem – falei e eu reparei que seu rosto também estava um pouco corado. Deus ele ficava lindo assim! Tive que me controlar para não suspirar.

- Você deve está achando que eu sou uma tarada, né?

- Não... – negou rindo – Só acho que você é uma pessoa bem extrovertida – ai que horror. Ele acha que eu sou uma palhaça!

- Humm... – gemi em agradecimento – Eu sou Isabella.

- Edward – respondeu sorrindo torto e ali eu vi, que Edward era mais do que um simples cara estranho.

#Três Meses Depois

 Senti beijos molhados serem distribuídos pela minha costa nua. Sorri tremendo. Ótima forma de acorda! Pensei e abri os olhos lentamente para me acostumar com a claridade do quarto.

- Humm... – gemi quando Edward deu uma mordidinha na minha nuca – Não faz assim se não eu me apaixono.

- E já não está? – sussurrou em meu ouvido antes de lóbulo da orelha.

- Convencido – falei rindo e ele me acompanhou. Virei meu rosto me deparando com a perfeição ao meu lado. Apesar de sua deficiência nos olhos, Edward tinha o olhar mais perfeito do mundo. Seus olhos continuavam com o mesmo verde intenso que me fazia tremer toda vez que eu o olhava, e seu queixo quadrado, bochechar rosadas e sorriso torto, me faziam ver que quão certa eu estava em ter convidado ele para tomar um café naquele dia em que nos conhecemos.

- Em que está pensando? – sussurrou fazendo carinhos no meu rosto.

- Em quão eu sou sortuda em tê-lo – respondi aproximando meu rosto do seu e beijando seus lábios macios e quentes. Gemi quando sua língua se enroscou com a minha. Só Edward mesmo conseguia fazer cada beijo ser único. Quando eu menos vi, já estava em cima de sua corpo, com uma perna de cada lado de seu quadril, tremendo ao sentir sua pele nua contra a minha. Ele foi se erguendo lentamente, até me fazer ficar sentando em seu colo. Gemi alto ao senti seu membro rígido em baixo de mim.

- Eu te quero tanto... – falou beijando meu colo me fazendo delirar.

- Eu já sou sua – respondi e gritei quando ele começou a morde e a chupar meus seios.
Rapidamente puxei seu rosto para meu beijando sua boca novamente e me ajeitei em seu colo, me posicionando em cima de seu membro. Gememos em sincronia quando finalmente sentimos o calor um do outro. Coloquei minhas mãos em seus ombros largos e ele colocou suas mãos em minha cintura, me ajudando a subir e a descer. Edward estocava rápido e forte dentro de mim, me fazendo gritar de prazer.

- Oh Edward! – gritei alto quando ele começou a esfregar o meu clitóris inchado. Ele mamava em meus seios como um bebe faminto, me fazendo delirar. Senti meu centro esquentar mais e meu sexo aperta seu membro – Edward...

- Vem comigo amor – ele sussurrou em meu pescoço, onde chupou e lambeu. Quando ele beliscou meu clitóris não consegui agüentar mais e explodir em um orgasmo intenso, logo sendo seguida por ele.

- Não tem melhora forma de se acorda do que essa – brinquei tentando controlar a minha respiração. Ele riu e eu vi uma gota de suor escorrer pelo seu peito másculo e sem me segurar lambi essa gota, fazendo com que Edward gemesse – Hora do segundo round senhor Edward? – sussurrei sensualmente em seu ouvido, o empurrando pra cama e me posicionando em cima de seu corpo.

Deus como eu adorava acorda ao lado de Edward!

#Um Mês Depois

- Por que isso? Você sabe que eu não enxergo – Edward se queixou novamente só porque eu havia tapado os seus olhos com um lenço preto. Hoje era o dia do aniversário dele, mas dona Esme, que era sua mãe, havia me dito que ele odiava comemorar o seu aniversário, pois foi nesse dia que ele sofreu o acidente de carro, que impossibilitou que ele enxergasse novamente, mas eu, indo contra todas as suas reclamações, havia feito uma festa de aniversário, seria surpresa, mas eu sabia que ele não ia gostar se fosse assim.

- Poxa Ed! Será que dá pelo menos para fingir que tá gostando? – falei manhosa esfregando meu corpo no seu – Se você se comporta... – sussurrei em seu ouvido – Eu prometo de tá um maravilhoso presente lá em casa.

- Que presente? – perguntou arfante enquanto eu mordia e lambia o lóbulo de sua orelha.

- Adivinha? – perguntei e apertei seu membro sobre a calça o fazendo gemer alto. Ri me afastando antes que ele me pegasse.

- Você me paga Isabella – ameaçou tentando me pegar, o que fez eu ri mais ainda.

- Vamos logo rabugento – falei puxando sua mão para a frente da porta da casa de seus pais. Virei-me novamente para Edward e tirei o lenço de seus olhos. Fiquei olhando para seu lindo rosto por um tempo, antes de puxá-lo para um beijo apaixonado – Eu prometo que não vamos ficar muito tempo, ok?

- Tudo bem – concordou me dando outro selinho. Peguei sua mão e abri a porta. No exato momento em que entramos, toda a sua família e os amigos mais próximos gritaram surpresa. Edward apesar de negar, estava feliz com aquilo. O sorriso não saiu nenhum momento do seu rosto. A “festa” que era mais uma reunião familiar ocorreu bastante animada. Edward se divertiu muito com alguns amigos que ele não via desde a época da faculdade. Todos eram ótimas pessoas, menos um grandão moreno que me encarava de forma maliciosa. Se eu não me engano se chamava Riley e eu não gostei dele no exato momento em que o vi, mas resolvi ignorar isso, pois hoje era o aniversário de Edward e tudo teria que ser perfeito.

Depois de um tempo, resolvi pegar um ar. Dei um beijo no rosto de Edward e disse que já voltava. A casa dos pais de Edward era linda e gigante, totalmente diferente do nosso pequeno apartamento no centro. Fui para a varando da casa, onde o som era quase inaudível. Fiquei lá por um tempo, só apreciando o vento puro e frio, quando senti alguém atrás de mim. Virei-me assustada me deparando com o tal de Riley.

 - Olá Isabella! – me cumprimentou sorrindo, eu só fiz balançar a cabeça em confirmação – Bela festa, tenho certeza que Edward adorou.

- É – simplesmente falei, observando cada movimento dele.

- Você deve ganhar vários pontos com ele né?

- Como? – perguntei não entendendo nada.

- Por favor, você pode até enganar o idiota do Edward, mas a mim não, afinal, o que uma linda mulher como você ia querer com o cego do Edward?

- Como ousa falar isso? – perguntei com raiva.

- Não se finja de santa, pois nós dois sabemos que você só quer o dinheiro dele... – fiquei sem ação com que ele disse. Como ele podia dizer aquilo? Eu amava Edward com toda a minha vida, era por ele que eu agüentava todos os preconceitos que tanto eu quanto ele sofríamos, era por ele que eu havia voltado a falar com meus pais, era por ele... Que eu vivia. Estava tão imersa nos meus pensamentos, que nem percebi quando ele se aproximou de mim – Mas se você quer tanto dinheiro, pode larga o ceguinho e ficar comigo, que eu dou tudo o que você quiser – mal deixei ele terminar de falar e lhe dei um tapa no rosto.

- Se você é o tipo de homem que tem que pagar para ter uma mulher tudo bem, mas jamais compare Edward a você, pois ele pode ser um ceguinho, mas pelo menos tem honra e me conquistou não pelo dinheiro, mas pelo seu caráter, sua sinceridade e a capacidade de ser mil vezes melhor do que homens como você, agora se você não quiser que eu faça um escândalo, saia dessa casa – falei com raiva e respirando fundo. Ele me olhou com ódio e sinceramente, senti medo com isso.

- Sua...

- Riley! – a voz rouca de Edward surgiu atrás da gente, me virei assustada, me deparando com ele segurando a sua inseparável bengala. Por fora ele transmitia calma e frieza, mas eu sabia que ele estava se controlando para não bater em Riley – Você a ouviu! Saia agora – sua voz era tão fria e cortante, que Riley saiu sem falar nada, só me mandando um olhar de raiva. Depois que ficamos sozinhos, Edward simplesmente me olhou por um tempo e saiu. Senti meu peito aperta com aquilo e senti que lágrimas queriam rolar pelo meu rosto. Deus o que será que ele ouviu? Não me permitir pensar mais e sai correndo atrás dele. Quando perguntei para seu irmão aonde ele havia ido, ele me disse que Edward tinha subido para seu quarto, não deixei ele falar mais nada e corri para o andar de cima. Eu já tinha vindo aqui algumas vezes, por isso foi fácil encontrar o quarto de Edward. Quando entrei logo o vi, sentado em sua antiga cama com o seu violão na mão. Senti meus olhos arderem novamente. Desde o acidente Edward não tocava mais, então conseqüentemente jamais o havia ouvido tocar.

- Antes de tudo isso acontecer, meu sonho era ser musico – falou e de uma dedilhada – Queria ser famoso, queria que todos me adorassem, mas ai eu sofri o acidente e tudo mudou – me controlei para não chorar e fui me sentar ao seu lado.

- Você ainda pode fazer tudo isso Edward – sussurrei passando a mão em seu cabelo desgrenhado.

- Por que você continua comigo? – perguntou com a voz sofrida – O que eu tenho de tão importante para você gostar de mim? Eu sou um simples... Ceguinho.

- Não! – grunhi com convicção – Você nunca foi um simples ceguinho. Você é o homem que eu amo, você é único cara que um dia eu imaginei poder morar junto, você é o único que me faz rir quando eu quero chorar... – falei com a voz embargada e sem eu conseguir mais, deixei as lágrimas rolarem – Que faz o meu coração bater acelerado com um simples sorriso, que me fez corar sempre que me chamar de linda, mesmo jamais tendo me visto... Você é o único que me fez sentir o amor verdadeiro Edward – mal terminei de falar e sua boca já estava na minha, me beijando com paixão. Gemi puxando seus cabelos, o trazendo mais para mim. Sua língua quente se enroscava com a minha em uma dança sensual, me fazendo tremer. Só quando foi impossível ficar sem ar é que nos separamos.

- Eu te amo – sussurrou com a testa colada na minha.

- Eu te amo – respondi com a respiração completamente irregular.

- E mesmo eu não te vendo Bella... Eu sei que você é a mulher mais bonita do mundo, pois a beleza não vale de nada se o coração não for puro e bom.

- Queria ver você falando isso se me visse – brinquei, o fazendo revirar os olhos.

- Você é linda Bella, só é modesta demais para admitir – falou rindo e eu o acompanhei.

- Canta pra mim – pedi tocando em seu rosto.

- Bella...

- Por favor – praticamente implorei e aproximei meu rosto do seu – Adoraria ouvir a sua voz – e para descontrair o clima, falei – Prometo que se você for ruim, eu não conto pra ninguém.

- Ah ótimo, isso me anima muito – falou sarcástico me fazendo rir.

- Canta – pedi de novo e dessa vez ele aceitou. Tateou atrás de nós até encontrar o violão. Posicionou o violão direito e depois começou a tocar...

...*... Link Alternativo ...*...


What day is it
(Que dia é hoje)
And in what month
(E de que mês?)
This clock never seemed so alive
(Esse relógio nunca pareceu tão vivo)
I can't keep up and I can't back down
(Eu não consigo prosseguir e não consigo voltar)
I've been losing so much time
(Tenho perdido tempo demais)

Senti-me emocionar ao ouvir sua voz. Ela era extremamente linda, rouca e grossa, capaz suficientemente de me fazer tremer. Meu Edward que antes já era perfeito, agora era mais do que isso...

Cause it's you and me and all of the people
(Porque somos eu e você e todas as pessoas)
With nothing to do, nothing to lose
(Com nada a fazer, nada a perder)
And it's you and me and all of the people and
(E somos eu e você, e todas as pessoas e)
I don't know why I can't keep my eyes off of you
(Eu não sei porque não consigo tirar meus olhos de você)

All of the things that I want to say
(Todas as coisas que quero dizer)
Just aren't coming out right
(Não estão saindo direito)
I'm tripping on words, you got my head spinning
(Estou tropeçando nas palavras você deixou minha mente girando)
I don't know where to go from here
(Eu não sei onde ir a partir daqui)

Edward fazia cada uma daquelas lindas palavras serem uma declaração para mim... Uma declaração de seu amor...

Cause it's you and me and all of the people
(Porque somos eu e você e todas as pessoas)
With nothing to do, nothing to prove
(Com nada a fazer, nada a provar)
And it's you and me and all of the people and
(E somos eu e você, e todas as pessoas e)
I don't why I can't keep my eyes off of you
(Eu não sei porque não consigo tirar meus olhos de você)

Something about you now
(Existe algo sobre você agora)
I can't quite figure out
(Que não consigo compreender completamente)
Everything she does is beautiful
(Tudo o que ela faz é bonito)
Everything she does is right
(Tudo o que ela faz é certo)

Sorri com suas palavras, tentando controlar as lágrimas de emoção que queriam rolar pelo meu rosto. Só ele conseguia fazer uma musica linda ficar mais linda ainda...

Cause it's you and me and all of the people
(Porque somos eu e você e todas as pessoas)
With nothing to do, nothing to lose
(Com nada a fazer, nada a perder)
And it's you and me and all of the people and
(E somos eu e você, e todas as pessoas e)
I don't know why I can't keep my eyes off of you
(Eu não sei porque não consigo tirar meus olhos de você)

You and me and all of the people
(Porque somos eu e você e todas as pessoas)
With nothing to do, nothing to prove and
(Com nada a fazer, nada a provar)
It's you and me and all of the people and
(E somos eu e você, e todas as pessoas e)
I don't why I can't keep my eyes off of you.
(Eu não sei porque não consigo tirar meus olhos de você)

What day is it
(Que dia é)
And in what month
(e em que mês?)
This clock never seemed so alive
(Este relógio nunca pareceu tão vivo...)

Mal ele acabou de cantar e eu já estava atacando sua boca, beijando-o com todo amor que cabia em mim.

- Você é o melhor cantor do mundo – falei depois que desgrudamos a boca.

- Você fala isso porque eu não posso ver se esta mentindo – brincou.

- Você é um ótimo cantor Edward, só é modesto demais para admitir – repetir o que ele tinha me dito minutos atrás, o fazendo ri. Ele colocou o violão no chão e me puxou de novo para ele, me beijando com ardo. Jogou-me na cama, ficando por cima de mim e distribuindo beijos pelo meu colo e rosto, enquanto suas mãos apertavam a parte nua de minhas pernas, e foi assim que eu percebi que esse era o momento perfeito para eu lhe da o seu presente.

#Três Anos Depois

- Você está pronta? – Charlie perguntou segurando minha mão com firmeza. Meu coração batia tão acelerado que eu tinha medo que desmaiasse agora mesmo.

- Sim... – sussurrei sabendo que aquilo era verdade. Eu estava pronta – Apenas não me deixe cair, pai.

- Nunca – respondeu e então finalmente começamos a andar.

...*... Link Alternativo ...*...


Ao contrario do que normalmente acontecia, eu não entrei na igreja ao som da tão normal macha nupcial, mas sim ao som da musica que Edward havia composto para mim. Tive controlar as lágrimas que queriam rolar quando eu ouvi a musica.

Meu corpo todo tremia, minha respiração estava totalmente acelerada e meu coração parecia que ia sair pela boca, mas eu não me importava com isso, a única coisa que importava era ele, em pé no altar, com um sorriso que fazia com que meu corpo tremesse mais ainda. Apesar de ele não poder me ver, ele sentiu minha presença, pois no momento em que fiquei a vista de seus olhos, ele me olhou diretamente, o que fez eu ter mais certeza ainda que ele podia me ver, não a minha cara, mas o que eu era de verdade... Ver que eu era a sua Bella.

Quando chegamos ao altar, Charlie pegou minha mão e a colocou em cima a de Edward. Quando senti sua pele, finalmente tive certeza que estava em casa.

Eu não conseguia me concentrar em nada que o padre dizia, a única coisa que eu via era Edward. Via o seu sorriso torto e feliz, seus olhos verdes que pareciam duas esmeraldas e via também o amor que lá tinha... O amor por mim. Só fui percebe que chorava quando chegou a hora de dizer sim.

- Sim... – sussurrei ao mesmo tempo que fungava.

- Sim! – Edward disse claramente sorrindo e mesmo que ele tentasse segurar, uma lágrima rolou pelos seu rosto.

- Pode beijar a noiva – finalmente o padre disse.

Edward sorriu pegando meu rosto em suas mãos e aproximando seu rosto do meu.

- Eu te amo – sussurrou.

- Eu te amo – falei com a voz embargada e Edward finalmente me beijou.

Foi com o beijo único de Edward que eu vi que ele era o homem certo pra mim. Mesmo com as nossas “diferenças” ele era o cara que eu amava. Ele era o cara por que eu sentia o tão famoso amor verdadeiro.   

Fim!



Então gostaram? Sim? Não? kkk... Não importa, só comentem ok? Vale tudo, menos me xingar, kkk.... E me perdoem pelos erros, ainda não consegui uma beta ok?

Bom por hoje é isso...

Beijos e várias mordidinhas no pescoço...


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